terça-feira, 9 de julho de 2013

CHICO & CIA NO TEMPO DO SUFOCO



Roberto Machado
Juiz Federal e cronista bissexto

Juscelino Kubitschek chega à chefia do Poder Executivo em 1955, tornando-se sinônimo de empreendedorismo e democracia, desenvolvimento econômico e explosão cultural. Contagiando a nação, ganha o apelido de Presidente Bossa Nova e é apontado como uma figura da maior importância para o surgimento do movimento de música popular criado pelo triunvirato Tom, João e Vinícius no final da década de 50.
JK se foi e, antes dele, a própria Bossa Nova. Ela, aclamada internacionalmente, logo retomaria seu devido lugar em Pindorama. Ele, apeado e mortalmente golpeado, mudou-se numa lenda eternamente pranteada. Tempos inglórios aqueles. Tempos da Gloriosa, agnome Redentora, que surge envergonhada, mas, logo, escancarada, deixa à mostra suas garras e tentáculos, como a dizer: é ano novo, o rei chegou, há nova ordem (outorgada), urge alegria ufanista, gerando daí uma expectativa: será que vem aí bom tempo?
Ninguém sabe ao certo quem lhe contou sobre o tempo que viria lá pelos idos de 1968. Exato mesmo só os tropicalistas lhe alfinetando as previsões. Mas se Chico Buarque é utópico ou irônico nas entrelinhas de Bom Tempo, fato é que aconteceu exatamente o contrário do que ali grafou: o tempo fechou. Mas vale a advertência: a obra do nosso maior compositor vivo não merece interpretação literal, como fez a burra censura daqueles tempos inglórios. A propósito, até as feministas erraram quando satanizaram Mulheres de Atenas. Ele, depois, explicou: — Eu disse exatamente o contrário: não se mirem no exemplo daquelas mulheres de Atenas. Elas leram ao pé da letra.
Mas eis que chega a roda-viva e o que era doce acabou-se. E é fato que, a partir do golpe militar (nem contragolpe, nem revolução!), na gente deu o hábito de caminhar pelas trevas. E naqueles idos, quando caía a tarde feito um viaduto e um bêbado, trajando luto, fazia irreverências mil pra noite do Brasil, a turba espreitava a banda passar cantando coisas de amor. E com seu canto, punhalada, Pedro pedreiro, penseiro, esperava o trem, murmurando b-a-i-x-i-n-h-o: — tou me guardando pra quando o carnaval chegar! Queria cantar pro povo e ansiava um contragolpe, mas veio o carnaval, a festa pagã, e pela avenida o que se viu passar foi um samba popular. Cada paralelepípedo da velha cidade, naquela noite, se arrepiava com a Portela na avenida cantando em adesão àquele bordão: — conte comigo no seu carnaval/ tô me guardando contra o mesmo mal. Parecia um ensaio geral, um imenso cordão formado por quem não tinha nada pra perder; o sonho de um carnaval, o pobre deixando a dor em casa lhe esperando.
É vero que a Redentora tentou calar a voz de Chico pela censura. Como não era de costume levar desaforo para casa, ele até ensaiou uma reação:
— Perdão, Marquês de Tamandaré, mas você me censura até o que é de coração. Sei que a maré não tá boa, mas não vou dar braço pra ninguém torcer. Ninguém vai me acorrentar, nem vai calar minha viola, nem vai me levar daqui. Quem é você? Diga logo, que eu quero saber o seu jogo!
Apesar do semblante meio contrariado, o patrono da Marinha era boa praça e até não desmerecia o samba, que falava mesmo era da desvalorização do velho cruzeiro, cujo valor o tempo inconstante roubou.
Mas o que eu quero te dizer é que a coisa aqui ficou preta mesmo foi quando os generais tomaram gosto pelo poder, deixando no chinelo a era dos marechais. Parodiando o compositor Sérgio Porto (o nosso Stanislaw Ponte Preta, do Febeapá), parecia até coisa de samba do crioulo doido, aquele compositor que, em palpos de aranha sobre o que seria “atual conjuntura”, embaralhou os fatos históricos na composição do samba de enredo de sua escola. Pois não é que, logo depois da primeira troca de generais, a coisa aqui também endoidou de vez! Resultado: tome de proclamação (ratificação da ditadura pelo AI-5/1968), deduração, prisão, explosão, censura e tortura seguida de morte. Eram os anos de chumbo — a face mais negra da ditadura militar instalada em 1964 — com seu nada “amoroso” terrorismo cultural. Pode-se dizer que, a partir de 1968, o ano que não terminou, ela, a ditadura, desatinou, porque o Brasil ficou com os dias sem sol raiando. E era muita gente partindo num rabo de foguete.
Chico & companhia já não tinham dúvida sobre o jogo do Almirante e seus iguais. E Chico foi levado, sim. Levado pela “dura” (a polícia política da dita-dura), numa muito escura viatura. Temendo o pior, até liberou a mulher do dever matrimonial de fidelidade: — ... mas depois de um ano eu não vindo/ ponha a roupa de domingo e pode me esquecer! Como escapou, ouviu o bom conselho que os homens lhe deram de graça (?). E como Deus lhe deu pernas compridas e muita malícia, pra correr atrás de bola e fugir da polícia, escafedeu-se para além-mar, aportando em terras de Endrigo, ali nascendo, distante dos olhos (dos avôs), seu primeiro rebento (Sílvia), embora talvez nem fosse o momento dele rebentar. E ele se foi cantando a sua própria canção de exílio, prometendo voltar para o seu lugar, porque aqui ouviu e ainda ouviria cantar uma sabiá. Na Roma dos Césares, suportou o auto-exílio graças à companhia da mulher, Marieta Severo, e do amigo Toquinho (Antônio Pecci Filho), a quem fez a seguinte recomendação, quando o parceiro, correndo do frio europeu, voltava ao Brasil depois daquela temporada um tanto forçada (a convite e por insistência do próprio Chico): — ... mas não diga nada/ que me viu chorando/ e pros da pesada/ diz que vou levando, referindo-se àqueles que aqui ficaram na resistência, driblando a “dura” e a burra censura, a exemplo, dentre tantos, dos membros do MPB4 e de Paulo César Pinheiro, compositor insuperável, parceiro da nata da música popular brasileira e companheiro inseparável de um ser de luz, santa Clara, que se mudou numa eterna sabiá.
Apesar de você amanhã há de ser outro dia, uma metáfora perigosa “homenageando” o ditador de plantão (Médici) — na verdade dirigido ao sistema como um todo e não a certa mulher mandona —, gera verdadeiro desalento em Chico, recém-chegado ao Brasil, em março de 1970. Ele até volta produzindo barulho, como recomendado pelo poeta, poetinha vagabundo, Vinícius de Moraes. Mas, depois que seus 100 mil compactos são recolhidos e o censor é punido por “falta de senso”, o compositor logo percebe que as mesmas pessoas que, na noite dos bares de então, cantam Apesar de Você, também cantam, com igual entusiasmo, Meu Brasil, Eu Te Amo, música que a ditadura se apropriou para divulgar seu lema: Brasil! Ame-o ou Deixe-o.
O resto todo mundo já sabe: do medo criou-se o trágico e o Brasil vira um pesadelo. Aliás, não é mais pesadelo nada. É brincadeira de gato e rato entre a cultura e a censura, parada federal: verdadeiros barnabés do funcionalismo público alçados a tais cargos por subserviência e alienação, como lembra Paulo César Pinheiro. E haja samba no escuro. E haja metáforas e, às vezes, corajosa sinceridade, fruto da revolta de uma geração sufocada pelo arbítrio: — você corta um verso/ eu escrevo outro.
Exato é que, nesse tempo, o sambista já não sabe se amor é crime ou se samba é pecado. Mas ainda assim insiste em cantar seu refrão, sem compromisso, sem relógio, sem patrão, a despeito da censura da direita e do patrulhamento da esquerda, ambos os lados lendo politicamente o que não era. Apesar do sistema, o artista vai levando, porque a noite é criança, do samba não abre mão e por ele faz até revolução, embora grafe “evolução”. Mas quando, na caixinha, um novo amigo vem bater um samba antigo, fica na esperança de que amanhã tudo volte ao normal, revelando seu lirismo nostálgico. A esperança dele é também do povo, e até o neguinho que upa na estrada, começando a andar, grita a plenos pulmões: — liberdade só posso esperar!
O tempo é instável, mas todo artista sabe que o show tem que continuar e que o importante é que a nossa emoção sobreviva. Acontece que, nesse tempo, é tanta faca, navalha e tesoura de chumbo grosso — com a censura mutilando ou vetando obras a torto e a direito — que até lhe parece que tudo que se construiu, desabou, e que é invencível a ação negativa, que vai roubando gota a gota o seu sangue de sambista. É um desalento que já não tem mais fim. Mas, mesmo com toda esgrima, com todo clima, o artista vai levando sua rima. E Chico, em sua vertente crítica, de olho nas relações aviltantes entre capital e trabalho, a essas alturas quase uma unanimidade nacional, dá-se à construção de uma obra prima em dodecassílabos, tijolo com tijolo num desenho lógico, alternando rimas em proparoxítonas, esquecendo apenas “Médici”, sugestão da viperina crítica direitista, o jornalista David Nasser. E, em tom de ironia, exclama Deus lhe pague por lhe deixar existir, “apesar dessa tempestade que está aí”, outro verso que lhe foi machucado.
Ele tem o nome tão marcado na lista negra da insensatez, que Carlinhos Lyra, seu parceiro na canção, comemora “essa passou!”, ainda que a letra fale de tema tão diverso: apenas uma história de amor acabado. Se, pelo menos ali, o poeta não ficou sem verso, a censura lhe cortou, atrás da porta, até os pelos, ele prometendo vingar-se a qualquer preço. E se ficou de saco cheio e quase sem partido, quando foi obrigado a trocar “titica” por “coisica” e “brasileiro” por “batuqueiro”, calaram-lhe a boca em Calabar, pela audácia do elogio da traição, peça que questionava a história oficial da Independência do Brasil. O império já condenara ao esquecimento o nome daquele “traidor da pátria”. Mas Chico, parecendo calar a boca da mulher de Calabar, resgata-o, repetindo seu nome, de maneira sutil, no refrão da canção CALA a Boca BÁRbara.
Se, para os homens da tesoura, é legal, num fado tropical, dizer que o Brasil ainda vai tornar-se um imenso Portugal, é ofensivo aos irmãos lusitanos, merecendo veto oficial, a sátira à origem da nossa sífilis. Se para Chico vence na vida quem diz sim, a navalha dá-lhe um não à moda Vinícius: a hora do sim é o descuido do não! E se a tesoura já não podia alcançar antiga poesia de Drummond (Quadrilha), os insensatos, homofóbicos, proibiram o amor dos pares em Flor da Idade.
No Sinal Fechado, Chico denuncia a censura ao seu labor, gravando sambas praticamente só de outros compositores. E, para driblar os navalhas, ele se muda até num tal de Julinho da Adelaide, criticando o milagre brasileiro. Mas isto foi no tempo em que a filha do general piscava, arriscava e enroscava Jorge Maravilha. Também não se pode esquecer que, na dúvida se era “cálice” (Gil) ou “cale-se” (Chico), a insensatez optou por silenciá-la. Trocando em miúdos, estava provado que era puro engano pensar que “de muito usada, a faca já não corta”, porque ela continuou cortando, e o Brasil permaneceu calado por muito tempo. Atordoado pelo silêncio impositivo, o artista, atento na arquibancada, via emergir o monstro da lagoa.
Nesse tempo, também tinha muita gente naquela de você sai sem saber se vai voltar. No início, apenas os comunistas e simpatizantes. Depois, para espanto da nação, gente de tudo que é lado, a começar pelo estudante Edson Luiz de Lima Souto, assassinado no restaurante Calabouço, no Rio de Janeiro. Estampada nos jornais, a foto daquele secundarista morto chocou o país, porque a morte dele era um pouco a morte do Brasil, tanto que Milton Nascimento e Ronaldo Bastos compuseram Menino, uma canção cujos primeiros versos diziam: Quem cala sobre teu corpo/consente na tua morte/talhada a ferro e fogo/nas profundezas do corte/que a bala riscou no peito. E é fato que outros tantos, levados pelos homens, nunca voltaram, a exemplo do “suicida” Vladimir Herzog e do filho de Zuzu Angel, a Angélica de Chico, aquela mulher que, lutando desesperadamente contra o sistema, até morrer também, cantava sempre o mesmo estribilho: só queria embalar seu filho/ que mora na escuridão do mar.
 Não dava para reclamar: — “ah, ninguém chora por mim!”. Não! Naquele tempo, nunca se chorou tanto. Choravam Marias e Clarices no solo do Brasil. Aqui um parêntese: as “Marias” são as viúvas, mães e filhas dos torturados e/ou mortos; Clarice é a viúva do jornalista Vladimir Herzog, assassinado na prisão. Enfim, chorava toda a nossa pátria-mãe gentil. Na guerrilha, os sobreviventes cantam Pesadelo, uma canção por eles transformada em hino: — você me prende vivo/ eu escapo morto. De fato, Herzog escapa morto. Ele e outros tantos. Mas sua morte foi a gota d’água e a nação mudou-se num pote até aqui de mágoa, sentimentos brotando à flor da pele, com mutilados em romaria a indagar o que será que será, todos combinando no breu das tocas, sem mais jeito de dissimular, à busca da grande utopia, diante da falta de limite dos agentes da repressão.
 Mas eis que, como uma luz no fim do túnel, brota promessa oficial de abertura lenta, gradual e segura (no governo Ernesto Geisel), uma metáfora do bruxo Golbery. Ironia do destino para esses dois generais, porque já se sabe hoje que Ernesto Geisel (o sacerdote) e Golbery do Couto e Silva (o feiticeiro), tendo ajudado a construir a ditadura entre 1964 e 1967, desmontaram-na entre 1974 e 1979. A propósito, há muito Chico já peitava o general: — você que inventou o pecado/ esqueceu-se de inventar o perdão, porque, afiançava, não existia pecado do lado de baixo do Equador.
É certo que, apesar da promessa de abertura, a coisa continuava preta, tanto que Chico não tinha como mandar notícias frescas para seus caros amigos ainda no exílio. Mas a anistia, ansiada por todos, até pelo bêbado e pela esperança equilibrista, já se prenunciava sim, tanto que, em canção zangada, disfarçada de delicadeza, fruto de seu lirismo nostálgico, o compositor, lembrando sua maninha de uma infância imaginária e de um futuro entre os dois combinado, garante-lhe que ele, o general, um dia iria embora para nunca mais voltar, tal como também previra na utópica Apesar de Você e como, depois, nos bastidores, amaldiçoando o dia em que o conheceu (numa madrugada, aliás!), voltou correndo ao lar pra se certificar que ele, o tal general, nunca mais voltaria. Esse dia estava pra chegar. E era só o que pedia: um dia, até meio dia, pra aplacar sua agonia. E o prenúncio era tanto que, com uma receita do marido, compilada de poesia do compadre Vinícius de Moraes, Marieta prepara uma feijoada completa para um batalhão de amigos do casal: exilado, morto-vivo, flagelado, nego humilhado, era gente de tudo que é lado, inclusive o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, irmão do cartunista Henfil, todos com muita fome e uma sede de anteontem. E, logo, os companheiros, apesar das marcas que ganharam nas lutas contra o rei, foram chegando às gargalhadas (quaquaraquaquá), entoando, numa só voz, o Tô Voltando, canção adotada como o “hino dos exilados”, ganhando, assim, uma conotação jamais imaginada por seu criador, o compositor Paulo César Pinheiro.
A ditadura, encurralada, logo seria derrotada. E se tornaria página virada, descartada do nosso folhetim. E até a ânsia “pela volta do cipó de aroeira/ no lombo de quem mandou dar” foi se desgarrando do espírito da nação. E ninguém pagou, imagine dobrado, pelas lágrimas roladas. É certo que, quanto ao ponto, o jogo ainda não terminou. Está na prorrogação dos tribunais, inclusive internacionais. No entanto, nem mesmo a redemocratização extirpou o cancro da corrupção. Mas isto até os generais de 1964 já sabiam, mesmo que hajam cometido o exagero de perpetrar a conquista do Estado sob o argumento, entre outros, de combatê-la. E a nossa pátria mãe, tão distraída, continua dormindo em berço esplêndido, sem perceber que é subtraída em outras tenebrosas transações de um bando de malandros com contrato, com gravata e capital, que nunca se dá mal.
O nosso tesouro Chico Buarque — artista brasileiro, carioca, geminiano, andarilho, ético, leal, utópico, autocrítico, melancólico, idealista, humanista, estrategista, imperfeito, moleque, mágico, radical, discreto, delicado, simples, despojado, recatado, educado, sutil, elegante, inteligente, intuitivo, virtuoso, erudito, talentoso, generoso, inovador, preservador, seresteiro, cronista social, poeta universal, lírico e épico, cantor, dramaturgo, escritor, tradutor, intelectual orgânico e substantivo, e compositor reencarnado e redivivo, que discute com Deus e mexe com os prepotentes — cantou tudo na sua inesgotável “Lyra” e não evitou, assim o disse nosso maestro soberano, assuntos escabrosos: sangue, tortura, derrame, hemorragia..., como assim também o fizeram muitos de seus caros amigos. É deles, de palavra em palavra, cuidadosamente compiladas de seus versos e outros escritos, o enredo desta história.
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Músicas compiladas: I) De CHICO BUARQUE - Ano Novo. Bom Tempo. Mulheres de Atenas. Roda Viva. Você Não Ouviu. Rosa-dos-Ventos. A Banda. Baioque. Pedro Pedreiro. Quando o Carnaval Chegar. Vai Passar. Cordão. Sonho de Carnaval. Tamandaré. Meu Refrão. Vai Levando. Lua Cheia. Noite dos Mascarados. Meu Caro Amigo. Ela Desatinou. Acorda Amor. Bom Conselho. Partido Alto. Distante dos Olhos. Meu Guri. Sabiá. Samba de Orly. Apesar de Você. Samba pra Vinícius. Juca. Olé Olá. Amanhã, Ninguém Sabe. Com Açúcar, Com Afeto. Logo Eu. Desalento. Construção. Deus lhe Pague. Retrato em Branco e Preto. Essa Passou. Atrás da Porta. Cala a Boca, Barbara. Fado Tropical. Vence na Vida Quem Diz Sim. Flor da Idade. Milagre Brasileiro. Jorge Maravilha. Cálice. Trocando em Miúdos. Angélica. Gota D’água. O Que Será (Abertura). O Que Será (À Flor da Pele). O Que Será (À Flor da Terra). Não Existe Pecado ao Sul do Equador. Maninha. Bastidores. Não Sonho Mais. Basta Um Dia. Feijoada Completa. Sem Fantasia. Folhetim. II) De ALDIR BLANC: O Bêbado e a Equilibrista. III) De PAULO CÉSAR PINHEIRO: Agora é Portela 74 (Conte Comigo). Um Ser de Luz. Pesadelo. Mordaça. Vou Deitar e Rolar (Quaquaraquaquá). Tô Voltando. IV) De SÉRGIO PORTO: Samba do Crioulo Doido. V) De VINÍCIUS DE MORAES: Insensatez. Onde Anda Você. Sei Lá (A Vida Tem Sempre Razão). VI) De MILTON NASCIMENTO e RONALDO BASTOS: Menino. VII) De GERALDO VANDRÉ: Aroeira. VIII) EDU LOBO e GIANFRANCESCO GUARNIERI: Upa Neguinho.
Obras Pesquisadas: Juscelino Kubitschek: O Presidente Bossa Nova. Marlene Cohen. São Paulo: Globo, 2005. Eu e a Bossa. Carlos Lyra. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2008. Histórias de Canções – Chico Buarque. Wagner Homem. São Paulo: Leya. 2009; Histórias de Canções – Toquinho. João Carlos Pecci & Wagner Homem. São Paulo: Leya. 2010; Histórias das Minhas Canções – Paulo César Pinheiro. São Paulo: Leya. 2010; Chico Buarque – Tantas Palavras. São Paulo: Companhia das Letras, 2006; Chico Buarque do Brasil. Rio de Janeiro: Garamond, 2009. Desenho Mágico – Poesia e Política em Chico Buarque. Adélia Bezerra de Menezes. São Paulo: Ateliê Editorial, 2000. Perfis do Rio – Chico Buarque. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1999. Palavra Prima: As faces de Chico Buarque. Ana Mery S. de Carli e Flávia B. Ramos. Caxias do Sul: Educs, 2006. Poesia e Política nas Canções de Bom Dylan e Chico Buarque. Lígia Vieira César. São Paulo: Novera Editora, 2007. O Ministério do Silêncio – Lucas Figueiredo. Rio de Janeiro: Record, 2005. 1964: A Conquista do Estado – Ação Política, Poder e Golpe de Classe. René A. Dreifuss. Petrópolis: Vozes, 1987. A Ditadura Envergonhada. Elio Gaspari. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. A Ditadura Escancarada. Elio Gaspari. São Paulo: Companhia das Letras, 2002b. A Ditadura Derrotada. Elio Gaspari. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. A Ditadura Encurralada. Elio Gaspari. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.

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